terça-feira, 2 de junho de 2015

Uma caminhada por Itanhaém




Poetisa Lina

Acordo com o sol entrando pela janela, ainda é cedo, e os pássaros cantam no meu jardim.

Fico deitada, com preguiça de levantar, espreguiço e vou tomar uma ducha, coloco o penhoar e desço as escadas para preparar meu café. Ligo a cafeteira e vou dar comida para o Mikkei e para os gatinhos. A Bombom foi a primeira a receber a ração. Ela desce a escada comigo, miando baixinho pedindo comida. Todos servidos, entro, vou arrumar a mesa, ponho minha xícara, os talheres, o pão vai ser aquecido, fervo o leite, tudo pronto.

Tomo o café, ao terminar subo, vou arrumar minha cama, abro a janela do quarto e o vento agita a cortina. Depois de tudo em ordem, vou colocar o maiô, desço as escadas, preparada para fazer minha caminhada. O sol está gostoso, coloco o chapéu e os óculos.

Piso na areia fofa. As ondas molham meus pés com doçura. O mar arremessa as ondas, com suas espumas muito brancas desenhando as areias com rendas de crochê.

Caminho devagar, olhando o céu e o mar, sentindo os meus pés beijados pelas ondas, que vão beijar as areias desta praia de Itanhaém, recanto de tanta beleza e de paz. Assim é minha Itanhaém, onde encontro momentos de encanto e beleza, onde encontro inspiração para escrever sobre minha Itanhaém de todo o dia.

O sol se pondo atrás das serras distantes, o rio passando tranquilamente, indo ao encontro do mar, num abraço fraterno de amigos que se encontram todos os dias.

Aos poucos, as nuvens são mescladas por vários matizes e o sol, último espetáculo dourando as águas do rio e, como a mãe natureza, espalha o perfume da dama da noite, surge a lua. Acendem-se as luzes deixando a cidade com ar de encanto.

Uma magia desta minha Itanhaém de todo dia, sempre uma magia e encantamento!!!

Obs.: 7º texto a partir do curso "Como escrever crônicas", ministrado em abril, no Gabinete de Leitura, em Itanhaém.

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