quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Duas amigas e uma pesquisa

Por Luis Gustavo Queiroz Chaves da Cruz

Sabe quando a gente quer fazer um trabalho? E algo sempre dá errado? Duas amigas querem fazer uma pesquisa para um trabalho e quando vão entrevistar alguém fazem uma pergunta simples: “Já ocorreu algo diferente aqui?” E a pessoa responde: “Não, aqui é tudo normal”.

Sabe como isso é frustrante? Você só quer uma luz e as pessoas não ajudam. Você diz: “Mas você tem alguma história marcante?”. E como resposta recebe um “não”, mas não um não normal, esse tipo de não é aquele... “não me enche, tenho mais o que fazer!”

Aí você tem uma luz — falar sobre algo que ocorreu com você ou sua amiga. Vocês pensam, repensam, a coisa fica tensa, vocês não sabem o que dizer, ficam com a cabeça a mil e quando tudo vai explodir: “BAM!”, vem a solução.

Falar sobre um mico pelo qual todos os estudantes sofrem — o fora que se leva quando vai se fizer uma pesquisa. Você vai feliz, com toda a boa vontade do mundo e quando fala com as pessoas só houve não, não posso, tô ocupado, não enche, tô atrasado.

Aí vem a parte engraçada: apesar de todos os foras você se diverte e, cá entre nós, a vida tem seus altos e baixos, mas nada que uma boa comédia sobre duas amigas e suas pesquisas não resolva. Porque, no final, o que valeu foi a intenção, porque quando você acha que tudo acabou sempre tem alguém que te ajuda no final.

Obs.: Texto produzido na Oficina Crônica - olhar e ver o (nosso) cotidiano, dentro da IV Semana de Produção Multimídia (Samba), da Universidade Santa Cecília, em Santos (SP).

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